sexta-feira, 16 de agosto de 2013

POESIA DA FÁBULA A CIGARRA E A FORMIGA

           
 

A CIGARRA E A FORMIGA

Tendo a cigarra em cantigas

Folgado todo o verão,

Achou-se em penúria extrema

Na tormentosa estação.

Não lhe restando migalha

Que trincasse, a tagarela

Foi valer-se da formiga,

Que morava perto dela.

Rogou-lhe que emprestasse,

Pois tinha riqueza e brio,

Algum grão com que manter-se

Até voltar o acesso estio

A formiga nunca empresta,

Nunca dá, por isso junta.

“No verão em que lidavas?”

Á pedinte ela pergunta.

Responde a outra: “Eu cantava

Noite e dia, a toda a hora.

-Oh! Bravo!- toma a formiga-

Cantavas? Pois dança agora!”

Fábulas de La Fontaine. São Paulo, Edigraf, 1957. vol.I, p. 25-6.

 

A CIGARRA E A FORMIGA

Tendo a cigarra em cantigas

Folgado todo o verão,

Achou-se em penúria extrema

Na tormentosa estação.

Não lhe restando migalha

Que trincasse, a tagarela

Foi valer-se da formiga,

Que morava perto dela.

Rogou-lhe que emprestasse,

Pois tinha riqueza e brio,

Algum grão com que manter-se

Até voltar o acesso estio

A formiga nunca empresta,

Nunca dá, por isso junta.

“No verão em que lidavas?”

Á pedinte ela pergunta.

Responde a outra: “Eu cantava

Noite e dia, a toda a hora.

-Oh! Bravo!- toma a formiga-

Cantavas? Pois dança agora!”

Fábulas de La Fontaine. São Paulo, Edigraf, 1957. vol.I, p. 25-6.

 
 

A CIGARRA E A FORMIGA

Tendo a cigarra em cantigas

Folgado todo o verão,

Achou-se em penúria extrema

Na tormentosa estação.

Não lhe restando migalha

Que trincasse, a tagarela

Foi valer-se da formiga,

Que morava perto dela.

Rogou-lhe que emprestasse,

Pois tinha riqueza e brio,

Algum grão com que manter-se

Até voltar o acesso estio

A formiga nunca empresta,

Nunca dá, por isso junta.

“No verão em que lidavas?”

Á pedinte ela pergunta.

Responde a outra: “Eu cantava

Noite e dia, a toda a hora.

-Oh! Bravo!- toma a formiga-

Cantavas? Pois dança agora!”

Fábulas de La Fontaine. São Paulo, Edigraf, 1957. vol.I, p. 25-6.

 

A CIGARRA E A FORMIGA

Tendo a cigarra em cantigas

Folgado todo o verão,

Achou-se em penúria extrema

Na tormentosa estação.

Não lhe restando migalha

Que trincasse, a tagarela

Foi valer-se da formiga,

Que morava perto dela.

Rogou-lhe que emprestasse,

Pois tinha riqueza e brio,

Algum grão com que manter-se

Até voltar o acesso estio

A formiga nunca empresta,

Nunca dá, por isso junta.

“No verão em que lidavas?”

Á pedinte ela pergunta.

Responde a outra: “Eu cantava

Noite e dia, a toda a hora.

-Oh! Bravo!- toma a formiga-

Cantavas? Pois dança agora!”

Fábulas de La Fontaine. São Paulo, Edigraf, 1957. vol.I, p. 25-6.