quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010


MEUS ALUNOS


MENINAS MENINOS































PLANEJAMENTO DIÁRIO

DATA___/___/___ DIA: segunda ( ) terça ( ) quarta ( ) quinta ( ) sexta ( )


DISCIPLINA CONTEÚDO METODOLOGIA









PLANEJAMENTO DIÁRIO

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PLANEJAMENTO DIÁRIO

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DISCIPLINA CONTEÚDO METODOLOGIA











PROJETO UNIDAD

PLANEJAMENTO ESCOLAR

Planejamento Escolar
“Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua produção ou a sua construção”.
Quem ensina, aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.”
(Paulo Freire)
Introdução:
Ensinar bem é saber planejar.
O planejamento deve estar presente em todas as atividades escolares. É a etapa mais importante do projeto pedagógico, porque é nesta etapa que as metas são articuladas a estratégia e ambas são ajustadas às possibilidades reais. Existem 3 tipos de planejamento escolar:
Ø Plano da escola
Ø Plano de ensino
Ø Plano de aula
O plano da escola traz orientações gerais que vinculam os objetivos da escola ao sistema educacional.
O plano de ensino se divide em tópicos que definem metas, conteúdos e estratégias metodológicas de um período letivo.
O plano de aula é a previsão de conteúdo de uma aula ou conjunto de aulas.
Planejar requer:
Ø Pesquisar sempre
Ø Ser criativo na elaboração da aula
Ø Estabelecer prioridades e limites
Ø Estar aberto para acolher o aluno e sua realidade
Ø Ser flexível para replanejar sempre que necessário
Ao planejar devemos sempre levar em conta:
Ø As características e necessidades de aprendizagem dos alunos
Ø Os objetivos educacionais da escola e seu projeto pedagógico
Ø O conteúdo de cada série
Ø Os objetivos e seu compromisso pessoal com o ensino
Ø As condições objetivas de trabalho.
Planejando devemos definir:
Ø O que vamos ensinar
Ø Como vamos ensinar
Ø Quando vamos ensinar
Ø O que, quando e como avaliar.
Planejamento de Ensino
I – Apresentação

A construção da prática pedagógica está ligada à concepção do homem e do conhecimento que fundamenta as relações cotidianas.
É necessário portanto, compreender a função social da escola para propiciar ao aluno a compreensão da realidade como produto das relações sociais que o homem produziu a partir de suas necessidades.
Assim como o homem produz tecnologia, ( aparelhos, instrumentos, máquinas) e símbolos, ( idéias, valores, crenças), ele produz a linguagem e ao produzi-la, cria a possibilidade de abstrair o mundo exterior, torna possível operar na ausência do objeto. Essa capacidade de representar faz com que o homem constitua a consciência racional.
A consciência e a criatividade precisam ser consideradas como algo a ser desenvolvido e formado pela escola.
Embora a escola divida a tarefa de educar com a família, a comunidade e os meios de comunicação, a escola ainda é o foco principal de transmissão de conhecimentos e tanto o aluno quanto o educador são os principais agentes neste processo.
Conhecimento gera conhecimento porém não é o objeto do ensino. A escola deixou de ser a detentora e transmissora do conhecimento produzido e passou a ensinar a “aprender a aprender”, possibilitando também ao aluno um papel dinâmico na busca pelo conhecimento. A evolução do conhecimento se dá progressivamente e interativamente, através do confronto com a realidade.
A aquisição de todo conhecimento parte da ação e é nela que deverá estar baseado o ensino escolar. Ao invés de memorizar os conhecimentos expostos pelo professor, o aluno deverá aprender a sentir, perceber, compreender, raciocinar, discutir, criar e transformar.
O processo de aprendizagem é socializador e assim sendo deve ser visto como fruto de um trabalho coletivo pois como na vida prática, também na escola é preciso saber trabalhar em equipe.
Na escola moderna, ensinar e aprender são funções tanto do professor quanto do aluno e quanto mais prazerosa for essa troca, mais rápida e eficiente será a aprendizagem.
Augusta Schimidt

TEXTO O ANEL

O ANEL
Um aluno chegou a seu professor com um problema:

- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não
tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar?
O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor sem olhá-lo, disse:
- Sinto muito meu jóvem, mas agora não posso ajudá-lo, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois. E fazendo uma pausa falou:
- Se você me ajudar, eu posso resolver meu problema com mais
rapidez e depois talvez possa ajudar você a resolver o seu.
Claro, professor, gaguejou o jovem, mas se sentiu outra vez desvalorizado

O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao garoto e disse:

- Monte no cavalo e vá até o mercado. Deve vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida.
É preciso que obtenha pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu.

Mal chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos mercadores.
Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel.
Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel
Depois de oferecer a jóia a todos que passavam pelo mercado e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação de seu professor e assim podendo receber sua ajuda e conselhos
Entrou na casa e disse:

- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

Importante o que me disse meu jovem, contestou sorridente. Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vender o anel e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.
O jovem foi até ao joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse:
- Diga ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
- 58 MOEDAS DE OURO! Exclamou o jovem.
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente...
O jovem correu emocionado a casa do professor para contar o que correu.

- Senta, disse o professor e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:
- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. Só pode ser avaliada por um especialista. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor?
E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

Todos nós somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem
Repense o seu valor!
Creia que você tem valor.
Creia que você é uma pedra preciosa para seus amigos...
Aprenda a valorizar cada dia mais suas pedras preciosas.
Autor desconhecido
• Preparado por: Silvana Pinto

MODELOS DE PLANILHAS DE PLANEJAMENTOS DIÁRIO EM WORD

DESENHOS DE ESPORTES

HISTÓRIA EM QUADRINHO : A CIGARRA E A FORMIGA

HARRY POTTER E AS RELÍIQUIAS DA MORTE

No verão de 1997, confirmado anteriormente por Dumbledore, o encantamento de proteção que a morte de Lílian Potter proporcionou ao seu filho, iria ser quebrado assim que Harry completasse 17 anos (maioridade no mundo dos Bruxos). Para que Harry viajasse em segurança até a "A Toca" (casa dos Weasley) - que se encontrava protegida por encantamentos protetores complexos lançados pelo Ministério da Magia - Potter é escoltado pela Ordem da Fênix. Porém mais alguém sabia da fuga. Snape informara Lorde Voldemort da viagem. Ora, tanto Harry como a Ordem da Fênix foram perseguidos pelos Comensais da Morte e por Voldemort. Ocorre uma autêntica batalha no ar que levou à morte, a coruja de Harry, Edwiges e do Auror, Olho-Tonto Moody.

Entretanto na A Toca vive-se um período bastante atarefado com os preparativos para o casamento de Gui Weasley e de Fleur Delacour. Harry encontra de novo Rony, Hermione e Gina.

Ainda antes do casamento, é preparada para Harry uma festa de aniversário pela Sra. Weasley. Durante o jantar de aniversário, surge a notícia de que o Ministro da Magia, Rufus Scrimgeour viria na "A Toca". O Ministro visita-os para lhes revelar o testamento de Dumbledore (morto às mãos de Severus Snape), sendo este testamento apenas destinado/lido a Harry, Rony e Hermione. Dumbledore havia deixado um objeto a cada um deles: para Rony Weasley, o seu antigo Apagador, que absorvia toda a luz presente num espaço, inventado pelo próprio Dumbledore; para Hermione Granger deixara um livro de histórias infantis de "Os Contos de Beedle, o Bardo"; para Harry Potter, o pomo de ouro que tinha sido capturado no seu primeiro Jogo de Quadribol em Hogwarts com a gravação de uma mensagem e ainda a espada forjada por goblins de Godric Gryffindor, fundador da casa Grifinória.

Decorria na perfeição o casamento de Gui e Fleur quando o Patrono de Kingsley Shacklebolt aparece dando a mensagem: "O Ministério caiu. Scrimgeour está morto. Eles estão chegado."

Harry, Rony e Hermione escapam para Londres, onde se vêem obrigados a enfrentar dois Comensais da Morte, indo em seguida refugiar-se na casa dos Black (que, por testamento de Sirius, pertence a Harry). Chegando lá, descobrem que o irmão de Sirius, Regulo Black, é na verdade o "R.A.B." que havia roubado o Medalhão de Slytherin, uma das seis Horcruxes de Voldemort, dando-o a Monstro, seu elfo doméstico, para que o destruísse. Já bastante contente com a presença dos três na Casa dos Black, monstro revela que não conseguiu destruir a jóia, e esta acabou por ser roubada por Mundungo Fletcher. Acabam por descobrir Mundungo, que lhes revela que deu o medalhão (por chantagem) a uma alta oficial do Ministério - Dolores Umbridge. Após essa revelação eles invadem o Ministério, apanham o medalhão e são seguidos por um Comensal da Morte durante a fuga, não sendo possível retornar a casa dos Black, tendo que optar por viver em tendas, mudando-se constantemente de lugar para que não fossem capturados.

Depois de alguns meses, o trio escuta uma conversa que revela que o Ministério guardava a espada de Gryffindor no cofre de Bellatrix Lestrange no banco de Gringotes. Entretanto, o Ministério não sabe que a espada é falsa; o paradeiro da verdadeira é desconhecido. Quando Harry descobre que Dumbledore eliminou um Horcrux com a espada real, por esta estar embebida em veneno de basilisco, os três decidem buscá-la para destruir as outras Horcruxes. Rony aborrece-se porque Harry não tem um verdadeiro plano para encontrar as outras horcruxes e, abandona-os indo para casa do seu irmão Gui. Harry e Hermione vão à aldeia de Godric's Hollow, acreditando que Dumbledore esconderia a espada ali junto da antiga historiadora da magia Batilda Bagshot.

Depois de visitarem o túmulo dos pais de Harry e da mãe e irmã de Dumbledore e indo visitar a antiga casa de Harry, encontram Batilda Bagshot. Contudo ao seguirem Batilda à sua casa, caem numa emboscada montada por Voldemort e a sua serpente Nagini que se revela no corpo da mulher. Durante a sua fuga, Hermione quebra acidentalmente a varinha de Harry. Após isso, uma noite um Patrono com forma de corça aparece próximo do campo e conduz Harry até a verdadeira espada de Godric Gryffindor que estava dentro de um poço congelado. Assim que Harry tenta retirá-la do poço congelado, o medalhão aperta o seu pescoço, quase o estrangulando - com Harry sendo salvo pela intervenção de Rony. Cansado, Harry pede a Rony que destrua a Horcrux, que apesar de tentar confundir Rony com ilusões é apunhalada, a horcrux, pela espada. Rony alerta aos outros que o nome de Voldemort é proibido agora: qualquer um que o proferir terá a sua localização revelada.

Eles vão até a casa de Xenofílio Lovegood para saber mais sobre o símbolo de Grindelwald. Ele explica que o símbolo na verdade é uma marca que identifica aqueles que procuram as "Relíquias da Morte", três objetos lendários que controlavam a morte: a "Varinha das Varinhas", a Pedra da Ressurreição e a capa da Invisibilidade. Harry está convencido de que o sua capa da Invisibilidade é uma das Relíquias. Xenofílio denuncia-os ao Ministério, na esperança de que devolvam a sua filha sequestrada pelos Comensais da Morte, Luna Lovegood, mas no entanto eles escapam.

Algum tempo depois, os Comensais capturam os três depois que Harry menciona, acidentalmente, o nome de Voldemort, o qual ativa um feitiço rastreador. Para que Harry não seja descoberto, Hermione tenta desfigurar a cara de Harry com um feitiço, porém este mostra-se inútil. Eles são feitos prisioneiros na Mansão dos Malfoy, o novo quartel-general dos Comensais. Ao encontrar a espada entre os pertences do grupo, Belatrix Lestrange teme que eles tenham entrado no seu cofre em Gringots. Enquanto Hermione é torturada por Bellatrix, Dobby chega, sendo ordenado por Harry a libertar os prisioneiros, porém Pedro Pettigrew descobre-os. Como Harry salvara a vida de Pettigrew (em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban), este retribui a dívida recusando-se a atacar Harry, mas a mão mágica de Pedro o estrangula pela traição a Voldemort. Na fuga, Harry captura as varinhas de Draco Malfoy e Bellatrix, e essa mata Dobby com uma faca de prata. Após passarem vários dias na casa de Gui e Fleur e retirarem informações valiosas sobre a Varinha das Varinhas com Olivaras, o trio invade Gringotes, com a ajuda do duende Griphook. Com muita dificuldade eles pegam um Horcrux guardada lá (a Taça de Hufflepuff) e escapam montando o dragão que guardava o cofre de Belatrix, mas perdem a espada, que era paga pelos serviços de Griphook.

Após isso, Voldemort dá-se de conta que os Horcruxes estão sendo destruídos, e a conexão mental entre Harry e Lorde Voldemort revela que um deles está escondido em Hogwarts, e que Voldemort vai ao castelo para pegar a Varinha das Varinhas do túmulo de Dumbledore. O trio decide seguir para a escola, e chegando em Hogsmeade, são descobertos por Aberforth Dumbledore, que os abriga no seu bar e, este revela-lhes uma passagem secreta para o castelo. Lá dentro, a Armada de Dumbledore recebe-os na Sala Precisa - e a revelação de que Harry está no castelo faz os Comensais prepararem um ataque. A Armada de Dumbledore prepara-se para a luta, e a Ordem da Fénix também chega para o combate.

Segue-se uma batalha, na qual Fred Weasley, Remo Lupin, Colin Creevey, Ninfadora Tonks e mais alguns não nomeados morrem. No meio-tempo, Rony e Hermione pegam nos dentes do basilisco da Câmara Secreta para destruir a taça, e após Harry descobrir com Luna que o diadema (jóia) de Ravenclaw pode ser um Horcrux, ele lembra-se de ter visto a jóia ao esconder um livro de poções. Harry conduz os seus amigos à Sala Precisa, onde acham o diadema, mas são descobertos por Draco, Vincente Crabbe e Gregorio Goyle. Os seis lutam, e Crabbe perde o controle de um Fogo Maldito e incendeia tão fortemente que o mata e destrói o diadema.

Vendo a mente de Voldemort, Harry descobre que o inimigo está na Casa dos Gritos. Quando Harry, Hermione e Rony chegam lá, vêem Voldemort matar Severus Snape. Harry pega as lembranças de Snape e coloca na Penseira. As descobertas incluem que o bruxo, na realidade, nunca traiu Dumbledore: era um espião dele; que Snape foi apaixonado por Lílian desde criança, e ao saber que seria morta, pediu a Voldemort que a poupasse, e ao não ser atendido, jurou a Dumbledore ajudá-lo a proteger Harry durante toda a sua vida; que a morte do diretor foi combinada com Snape, pois ele descobrira que teria pouco tempo de vida de qualquer forma após destruir uma Horcrux; e que a tentativa falhada de matar Harry acabou por fazer um fragmento da alma do Lorde das Trevas se alojar no corpo do menino.

Tendo descoberto que ele próprio é uma Horcrux, Harry decide ser morto. Porém, antes de se entregar a Voldemort, descobre que o pomo de ouro guardava a Pedra da Ressureição. Harry apresenta-se diante Voldemort e é morto pelo mesmo. Harry fica entre a vida e a morte e vê Dumbledore, ao dialogar com ele, descobre que não só a horcrux no seu corpo fora destruída, mas que Voldemort não pode matá-lo por ter usado o sangue de Harry para reconstruir o seu corpo.

Após ressuscitar, Harry volta ao castelo fingindo-se de morto. Próximo da porta do castelo, vê Neville Longbottom, destruir a última Horcrux ao decapitar Nagini. Bellatrix Lestrange tenta matar Ginna e é morta por Molly Weasley. Harry revela-se a Voldemort, sabendo que é o legítimo dono da Varinha das Varinhas - Draco Malfoy seria o proprietário após desarmar Dumbledore, e Harry ganha o direito após roubar a varinha de Malfoy na mansão - e assim esta não funcionaria nele. Voldemort conjura Avada Kedavra, mas a Varinha recusa-se a matar o seu mestre e o feitiço rebate em Voldemort, que cai morto. Harry usa a Varinha para consertar a sua própria, e devolve-a ao túmulo de Dumbledore.

Segue-se um epílogo de 19 anos depois no ano de 2029, em que Harry casou-se com Gina e teve três filhos: Tiago Sirius, Lílian Luna e Alvo Severo (na versão original James Sirius, Lily Luna e Albus Severus, respectivamente) sendo que Alvo Severo é em homenagem aos dois homens de quem nunca se esquecerá, Snape e Dumbledore. Já Rony casa-se com Hermione e tem dois filhos, Hugo e Rosa. O afilhado de Harry, Teddy Lupin, namorado de Victoire, filha de Gui e Fleur, visita a família constantemente, e Neville tornou-se professor de Herbologia em Hogwarts. No capítulo final, Harry leva os filhos a King's Cross, onde encontram Draco Malfoy e o seu filho Escórpio, e o pequeno Alvo irá apanhar o Expresso de Hogwarts pela primeira vez. O livro finaliza com a frase "a cicatriz não incomodara Harry nos últimos 19 anos. Tudo estava bem".

Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Harry Potter e o Enigma do Príncipe é o sexto livro da série, ele é o 3º livro que não começa com Harry no primeiro capítulo (o primeiro foi Harry Potter e a Pedra Filosofal, que começou narrando a vida dos Dursley pouco antes da chegada de Harry, e o segundo, Harry Potter e o Cálice de Fogo, contado do ponto de vista de Franco Bryce, o que foi assassinado por Lord Voldemort), esse livro se passa entre Julho de 1996 e Junho de 1997.

No primeiro capítulo, ficamos sabendo dos encontros que aconteciam entre o Primeiro-Ministro dos Trouxas e o Ministro da Magia. No último deles, Cornélio Fudge explica ao primeiro-ministro da Grã-Bretanha que os acontecimentos que devastaram o país nos últimos tempos eram obra dos seguidores de Voldemort, o perigoso bruxo das trevas que retornara dois anos antes. Fudge conta também que renunciou a seu cargo de Ministro da Magia após sofrer forte pressão, tendo assumido o cargo o Chefe da Seção de Aurores, Rufo Scrimgeour.

Longe dali, chegavam à Rua da Fiação (Beco do Urdidor, na versão de Portugal / Spinner's End, no original) as irmãs Belatriz Lestrange e Narcisa Malfoy, à procura de um dos servos mais fiéis de Voldemort. Para espanto de muitos, este fiel servo é ninguém menos que Severo Snape, que mostra sua lealdade a Voldemort e explica com riqueza de detalhes por que ele não procurou o Lorde durante os anos de exílio e por que não matou Harry durante os últimos cinco anos em Hogwarts. Além disso, ele faz um Voto Perpétuo (Juramento Inquebrável, na versão de Portugal) para Narcisa, prometendo ajudar seu filho Draco Malfoy em sua primeira missão como Comensal da Morte, e se percebesse que Malfoy não conseguiria cumprir a tarefa, tomaria como seu o trabalho não terminado. Essa tarefa, como mais tarde descobrimos, é assassinar Alvo Dumbledore, o diretor de Hogwarts.

Dumbledore vai buscar Harry em casa e o leva para A Toca. Harry descobre seu "Excede Expectativas" no N.O.M.s e também que se tornará chefe da equipe de Quadribol.

Devido ao aumento de atividades dos Comensais da Morte, mudanças ocorrem em Hogwarts. Snape finalmente conseguiu tornar-se Professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, sendo substituído no seu cargo de Poções pelo veterano professor de Hogwarts, Horácio Slughorn, que só voltou a Hogwarts depois de ser persuadido por Harry e Dumbledore.

Harry se torna capitão do time de Quadribol e escolhe seu novo time, colocando Rony Weasley como goleiro e Gina Weasley como artilheira. Harry não tinha comprado o material de poções, pois Snape não o aceitaria com a nota que tirou nos N.O.M.s - mas Slughorn sim. Assim, Harry recebeu um exemplar de "Curso avançado no preparo de poções" usado, cujo antigo usuário se auto-intitulava "Príncipe Mestiço". Graças às anotações que o Príncipe fazia em seu livro, Harry passa a ser o melhor aluno em Poções, superando até mesmo Hermione Granger. Além disso, o livro continha vários feitiços e encantamentos criados pelo próprio príncipe. No primeiro dia de aula de poções Harry ganha uma poção da sorte por ter feito, com ajuda do Príncipe, a melhor poção da aula. Ele usa um pouco da poção da sorte para conseguir uma lembrança do professor Slughorn com a sua sorte, visita o enterro de Aragog (a aranha gigante de Hagrid), desfaz o namoro de Rony e Lilá Brown(que só atrapalhava o relacionamento do trio por causa do ciúme de Hermione) e o de Dino e Gina, por quem estava tremendamente apaixonado mas tentava negar seus sentimentos devido ao fato de ela ser irmã de Rony.

Dumbledore passa a dar "aulas particulares" para Harry durante todo o ano, mostrando-lhe na Penseira (Pensatório, na versão de Portugal) lembranças relacionadas a Voldemort, que comprovam a busca do Senhor das Trevas pela imortalidade através da criação de Horcruxes, objetos que guardam partes da alma. Duas Horcruxes já foram destruídas (o diário de Tom Riddle, em A Câmara Secreta, e o anel de Servolo Gaunt, avô de Voldemort). Nesse meio tempo, Harry é acertado por um balaço arremessado pelo goleiro que havia substituído Rony, que estava machucado no segundo jogo da temporada e perdera outro jogo de quadribol por uma detenção. Harry, devido à detenção de Snape, perde o último jogo da temporada e, de volta à Sala Comunal, descobre que seu time venceu quando Gina vem correndo abraçá-lo. Harry, então, a beija e, como Rony não fez nenhuma reivindicação, eles começam a namorar. Dumbledore descobre uma nova Horcrux e Harry, achando que aconteceria alguma coisa enquanto fossem buscar o objeto, dá a Rony, Hermione e Gina o restante da sua poção da sorte, junto com o Mapa do Maroto e pede que dividam entre si e patrulhem os corredores com quantos membros da AD conseguissem encontrar. Dumbledore conta que eles buscam o medalhão de Salazar Slytherin. Eles conseguem o medalhão, mas Dumbledore se enfraquece tomando uma poção que escondia o medalhão. Se não a tomasse, não teria como pegar o medalhão.

Quando voltam a Hogwarts, eles descobrem que a escola fora invadida por Comensais, que haviam entrado com ajuda de Draco. Os Comensais haviam colocado a Marca Negra em cima da Torre de Astronomia. Harry e Dumbledore voltam à escola com vassouras emprestadas por Madame Rosmerta, que estava dominada pela maldição Império. Draco encurrala Dumbledore, que não pode se defender, já que estava petrificando Harry. Harry estava debaixo da capa da invisibilidade petrificado por Dumbledore, para que não reagisse. Draco hesita na hora de matá-lo; então Snape, cumprindo o seu Voto Perpétuo para não morrer, mata o diretor com a maldição Avada Kedavra. Os Comensais fogem e, enquanto Harry tenta alcançá-los, Snape revela ser o Príncipe Mestiço, enquanto desviava os feitiços que Harry aprendera no Livro.

Harry descobre que a Horcrux era falsa; outrora, fora roubada por um certo R.A.B., que deixou um recado para Voldemort dentro do medalhão, dizendo que apreendera a Horcrux verdadeira e iria destruí-la.

Gui Weasley iria se casar com Fleur Delacour, mas é mordido por um lobisomem que estava na forma humana, por isso ele não se transformou em lobisomem, no entanto se machucou muito e quando acordou teve um grande desejo de comer carne mal passada. Mas mesmo assim decide se casar com Fleur.

Harry decide romper com Gina e explica a ela que só fazia isso para Voldemort não poder usá-la contra ele. Ela diz que não se importava, mas ele diz que se importa e sai do enterro de Dumbledore.

Harry decide não mais voltar para Hogwarts - não antes de encontrar e destruir todas as Horcruxes de Lord Voldemort, tornando-o mortal. Rony e Hermione decidem ir com Harry onde quer que ele vá nessa jornada final para acabar com a ambição do Lorde das Trevas. Harry planeja, antes de tudo, voltar a casa dos tios, respeitando o desejo de Dumbledore, e depois visitar a casa onde seus pais foram mortos, em Godric's Hollow.

Os sentimentos que Rony e Hermione nutrem um pelo outro ganham um destaque ainda maior nesse livro. A tensão entre os dois chega a seu ápice com outra crise de ciúmes na história do casal, dessa vez sendo Hermione a causadora: ela ataca Rony com canários conjurados por um feitiço, ao vê-lo com outra garota da Grifinória, Lilá, uma das favoritas nas aulas de Adivinhação.

HARRY POTTER E A ORDEM DA FÊNIX

Harry não recebe mais cartas de Rony e Hermione, o Verão está insuportável e Harry escuta de repente um barulho na casa dos tios. Valter, o tio de Harry, desconfia que ele tenha sido o autor do barulho, Harry chateia-se e começa a andar pelas ruas quando vê o seu primo Dudley e os seus amigos. A caminho de casa, Harry e Duda começam a discutir. Duda fala algo sobre Cedrico, e Harry puxa a varinha, mas não a usa. De repente, chegam dois dementors que atacam Harry e Dudley, e Harry usa magia para se livrar dos dementors. A Srª. Figg, uma vizinha de Harry, chega e começa a falar que um tal Mundungo Fletcher o estava seguindo por ordens de Dumbledore, e saiu no seu turno de vigilância. Harry nunca imagina que a Sra. Figg fosse Bruxa, e ela revela-lhe que é uma cepa-torta. Harry também se enraivece quando descobre que Dumbledore estava a pedir para que pessoas o seguissem. Quando chega na casa dos Dursley, os tios lhe pedem grandes informações sobre como tudo aconteceu, e chegam a pensar que o Harry usou magia contra Duda, mas o que mais preocupou Harry foi uma carta dizendo que ele fora expulso de Hogwarts! Minutos depois, chega outra dizendo que, em vez disso, o Harry terá que comparecer a uma audiência disciplinar de noite com um grupo de pessoas, incluindo amigos de Harry como Remus Lupin. Eles levam-no em vassouras até a casa de Sirius Black. Harry encotra Ron e Hermione e grita com eles um monte de coisas toda a sua raiva do Verão. Os amigos explicaram o que é a Ordem da Fênix. Harry vai até a audiência com o pai de Ron. Na audiência, Harry, por um triz é absolvido. Na saída do Ministério, Harry e Arthur vêem o Ministro da Magia que ultimamente tem engrossado com Dumbledore ao lado do Devorador da Morte, Lucius Malfoy. Harry, Ron e Hermione voltam à Hogwarts.

HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO

A história inicia com a ida de Harry à casa dos Weasley, de onde os filhos e o marido da Sra. Weasley, Hermione Granger e Harry vão para a final da Copa Mundial de Quadribol. Lá Harry descobre que há feiticeiros noutros países, conhece animais de outros lugares, e assiste a uma disputa profissional de Quidish, na qual o astro é o jogador Vitor Krum, que joga na mesma posição em que Harry joga na sua equipa na escola como apanhador. Ele também conhece outras personagens que serão importantes no decorrer do livro e alguns que serão importantes também no decorrer da série, como Bartolomeu Crouch e Ludo Bagman, assim como também conhece alguns dos outros funcionários do Ministério da Magia (onde Arthur Weasley, pai de Rony Weasley, também trabalha). Além da final do campeonato, Harry também assiste a dois fatos que remetem ao tempo em que Voldemort estava no poder: a rápida reaparição dos Comensais da Morte, antigos seguidores de Voldemort, cuja maioria fora presa, morta ou dispersa depois da queda do feiticeiro das trevas; e à conjuração da Marca Negra, que não era vista há 14 anos, e que inspirava grande terror entre a comunidade feiticeira por ser o símbolo que Voldemort deixava pairando sobre as casas dos feiticeiros que matava.

Dali, Harry retorna à casa da família de seu amigo, de onde parte para Hogwarts. Lá ele conhece Alastor Moody, um antigo auror que dará aulas de Defesa Contra as Artes das Trevas na escola; reencontra Alvo Dumbledore, (sempre simpático), Severo Snape (soturno e enigmático como sempre), Minerva McGonagall (presença sempre agradável), e Rúbeo Hagrid, (um tanto quanto sonhador este ano) e descobre que acontecerá o Torneio Tribruxo.

Por ser um bruxo menor de idade, Harry está impedido de participar da seleção do representante de sua escola, que competirá contra as escolas de Beauxbatons, dirigida pela simpática e incrivelmente alta Madame Maxime (que se apaixona por Hagrid), e de Durmstrang, dirigida pelo ex-comensal da morte Igor Karkaroff. Misteriosamente, porém, seu nome é selecionado, junto com o de Cedrico Diggory, para representar Hogwarts no campeonato, fato muito estranho porque o Cálice de Fogo, que é imparcial e escolhe magicamente os três competidores, sabe que são apenas três escolas competindo e que pode escolher apenas um representante por escola.

Harry realiza duas tarefas, nas quais se sai bem. A terceira tarefa consiste em chegar ao centro de um labirinto onde está a Taça do Torneio Tribruxo. Além da dificuldade de estar em um labirinto, existem diversos obstáculos dentro do labirinto a se ultrapassar. Ao chegar à Taça, junto com Cedrico, Harry descobre que o objeto é um botão de transporte (um objeto que, ao ser tocado, transporta a pessoa que a tocou a um lugar determinado por quem a transformou em botão de transporte) que o transporta para um cemitério, mais precisamente ao túmulo de Tom Riddle Senior.
Lá Cedrico é morto, e Harry assiste ao retorno de Voldemort. O clima é dos piores pois além de Pedro Pettigrew, o Rabicho, ainda estão no local os Comensais mais fiéis à Voldemort. Logo depois, Harry e Voldemort lutam com as varinhas, uma varinha contra a outra. De repente, todas as almas das pessoas que Voldemort matou saem da varinha dele, inclusive as dos pais de Harry. É uma luta assustadora mas Harry triunfa. Ao fugir daquele lugar pavoroso, consegue levar com ele o corpo de Cedrico. De volta a Hogwarts todos se assustam com a morte do colega e ninguém consegue acreditar na volta do Lorde das Trevas, além, é claro, dos amigos de sempre.

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban é o terceiro livro da série Harry Potter, de J. K. Rowling. Nele, Harry Potter, agora com seus treze anos, se torna um adolescente e uma pessoa mais "rebelde", desafiando os tios e os professores. Sirius Black, o "prisioneiro de Azkaban", evadiu-se da prisão de Azkaban e vai procurar Harry, ao mesmo tempo que os dementadores tentam encontrá-lo. No entanto, descobre-se depois que Sirius, além de não ser o verdadeiro culpado pelos crimes de que tinha sido acusado, estava apenas tentando se aproximar de Harry, e esclarecer a verdade sobre sua 'suposta' traição.

HARRY POTTER E A CÂMARA SECRETA

elações sobre o enredo (spoilers).

Neste livro é narrado o segundo ano de Harry na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts, quando o jovem feiticeiro, então com doze anos, é suspeito de ter aberto a Câmara dos Segredos, onde, segundo uma lenda, se esconde um terrível monstro capaz de matar todos os feiticeiros de Meio-Sangue da escola.

De acordo com a lenda, Salazar Slytherin, o fundador da casa que leva o seu nome, e um dos quatro feiticeiros que fundou Hogwarts, teria construído uma Câmara Secreta onde escondeu o monstro, e somente o seu herdeiro poderia reabri-la para que o animal pudesse continuar a sua missão. A suspeita de Harry ser o herdeiro de Slythrin (e, consequentemente, de ser o responsável pela reabertura da Câmara) deve-se ao facto de Harry ser um ofidioglota, uma característica rara entre os feiticeiros, que Salazar Slythrin também possuía. Os outros alunos acreditavam que Harry fosse o herdeiro por pensarem que, tendo ele essa característica, só poderia ter sido herdada do antigo fundador.

O pai de Draco Malfoy, Lucius Malfoy, coloca um diário junto com coisas de Ginny Weasley (o Diário de Riddle). À medida que ela escreve no diário em branco, a tinta apaga-se e surge uma nova frase escrita por Voldemort (Tom Riddle), ao que ela respondia. Isso fez ela ser possuída por Voldemort e levada à Câmara dos Segredos. Correndo um grande risco, Harry entra na Câmara por uma passagem nos canos ajudado por Ron Weasley e levando à força Gilderoy Lockhart e onde luta contra o Basilisco para resgatar Ginny.

Neste livro aparecem, pela primeira vez, a casa dos Weasley, o elfo doméstico Dobby, Lucius Malfoy (o pai de Draco Malfoy) e é feita uma pequena referência à prisão de Azkaban, muito importante no livro seguinte

HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL

A história começa com uma espécie de caos organizado no mundo, quando pessoas começam a sair a caminhar pelas ruas com roupas estranhas e corujas não param de voar pelo céu, fatos que ganham o espaço nos jornais, na televisão e nas rádios. Porém, o que as pessoas não sabiam era que esses estranhos eram nada mais nada menos que bruxos e bruxas, festejando a queda de um grande bruxo das trevas, Lord Voldemort, e as corujas eram usadas para levar cartas de um bruxo para o outro.

Enquanto isso, a família Dursley é perseguida por um gato, que, na verdade, é Minerva McGonagall, professora da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, que os observava transformada em gato, para saber se Harry Potter, um bebê de apenas um ano que seria deixado na porta daquela casa naquela noite, viveria bem.

Harry Potter era filho da irmã da Sra. Dursley, que morreu aquela noite, como o seu marido, por isso que a criança seria deixada com os Dursley, os seus tios, pois eram simplesmente os únicos parentes vivos de Harry.

Passaram dez anos e Harry cresce sendo tratado como lixo naquela casa, embora ele nunca soubesse o porquê. Porém, poucos dias antes de seu aniversário de onze anos, Harry recebe a sua primeira carta de Hogwarts, que ele nem chega a ler, pois é queimada pelo seu tio, que, mais tarde, tranca a passagem do correio. Mas a carta começa a multiplicar-se, aparecendo das maneiras mais estranhas e os seus tios tornam a queimá-las. Até que, num Domingo, milhares e milhares de cartas aparecem disparadas pela lareira, fazendo a casa tornar-se num caos. Ainda sem desistir, os seus tios, o seu primo, e ele mudam-se para uma casa de pedra, num rochedo, bem longe da civilização, onde, não havia como ser-lhes entregue cartas. Mas na noite de aniversário de Harry, ele é visitado por Rúbeo Hagrid, guarda das chaves de Hogwarts, que conta toda a verdade: Que Harry era um feiticeiro, assim como seus pais, que haviam sido assassinados por Voldemort, e não morrido num acidente de carro, como os Dursley haviam dito, e que a cicatriz que Harry tinha na testa não era do acidente de carro, mas sim de uma tentativa de assassinato, que havia destruído Voldemort e, por essa razão, Harry Potter era famoso no mundo dos feiticeiros.

Harry, então, parte para seu primeiro ano na Escola de Magia e Bruxaria, onde conhece Ronald Weasley e Hermione Granger, que se tornariam os seus melhores amigos e a estudar e a jogar na equipe de Quadribol na equipe Grifinória. (É o mais novo apanhador do século). Após um tempo na escola, o trio perde-se nas escadas da escola, e, acaba por ir parar ou terceiro andar da escola, que era proibido, onde há um gigante cão de três cabeças, que, mais tarde eles descobririam estar guardando a Pedra Filosofal, uma pedra poderosa feita por Nicolas Flamel contendo um elixir da vida, que torna quem o toma imortal.

Após ocasiões estranhas (como na noite de Halloween, onde um Trasgo Montanhês Adulto é solto na escola, enquanto o Prof. Severus Snape, fica estranhamente ausente no banquete da escola), os três passam a suspeitar de que Professor de Poções está a tentar roubar a pedra. Por isso, numa noite próxima ao fim do ano, eles decidem impedir que Snape roube a pedra, voltando ao terceiro andar e passando por perigos feitos para guardar a pedra, como: O cão de três cabeças, que fica em cima de um alçapão, que leva a uma planta mortífera, o visgo do diabo (Devil Snare); voar numa vassoura para pegar numa (era centenas) chave para abrir uma porta, que leva a um jogo de Xadrez bruxo; e, por último, um desafio sobre qual poção deveriam tomar, para prosseguir.

Ron fica inconsciente no jogo de Xadrez bruxo, e Hermione fica para ir buscar ajuda, ajudando Harry a passar pelo último desafio antes, que prossegue, chegando ao local aonde estaria a Pedra Filosofal. Mas, descobre que quem estava a tentar roubar a pedra, não era Snape, mas o Professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, Quirrell, que carregava a única coisa que sobrou de Voldemort debaixo de um turbante. Voldemort, tenta destruir o Harry novamente, mas, fracassa mais uma vez, fazendo com que Quirrell morresse, e o feiticeiro das trevas vai ter que se esconder novamente.

Ron, Hermione e Harry voltam a salvo para a escola, e a Pedra Filosofal, é destruída por Alvo Dumbledore, diretor de Hogwarts, e Nicolas Flamel.

As crônicas de Narnia

The Lion, the Witch and the Wardrobe (1950)

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa

O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (do inglês The Lion, the Witch and the Wardrobe), concluído durante o inverno de 1949 e publicado em 1950, é o primeiro romance da série em ordem de publicação; porém, o segundo em ordem cronológica. Narra a história de quatro crianças humanas: Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia Pevensie, que através de um antigo e misterioso guarda-roupa, chegam ao mundo de Nárnia, um exuberante país que enfrenta um terrível e prolongado inverno, imposto pela falsa rainha do país (a Feiticeira Branca), e que já completava cem anos. Com a ajuda do grande e poderoso leão Aslam, os irmãos Pevensie devem derrotar à terrível bruxa e trazer a paz de volta à Nárnia e a todos os que nela habitam.
[editar] Prince Caspian (1951)

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Príncipe Caspian

Príncipe Caspian (do inglês Prince Caspian, ou mesmo Prince Caspian: The Return to Narnia), concluído durante o outono de 1949 e publicado em 1951, é o segundo livro da série a ser publicado; porém, o quarto em ordem cronológica. Narra o retorno dos irmãos Pevensie à Nárnia, lugar onde passaram 1300 anos, enquanto que no nosso mundo apenas tinha passado um. Durante esse tempo, muitas coisas aconteceram: os telmarinos (humanos que vivem em Telmar) invadem à Nárnia, desmatando os bosques e assassinando as criaturas narnianas. É nesse momento que os Pevensie conhecem Caspian X, um bondoso príncipe telmarino. Logo após, eles deverão derrotar o telmarino e falso rei de Nárnia, Miraz (tio de Caspian), o atual comandante destes massacres no país. Para este plano se concretizar, eles terão novamente a ajuda de Aslam.
[editar] The Voyage of the Dawn Treader (1952)

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: A Viagem do Peregrino da Alvorada

A Viagem do Peregrino da Alvorada ou A Viagem do Caminheiro da Alvorada (em inglês The Voyage of the Dawn Treader), concluído durante o inverno de 1950 e publicado em 1952, é o terceiro livro da série a ser publicado; porém, o quinto em ordem cronológica. Neste romance, apenas Edmundo e Lúcia Pevensie retornam à Nárnia, além do seu incômodo e emburrado primo Eustáquio Mísero. Juntos de Caspian X (que já era o rei de Nárnia) e do rato Ripchip, eles viajam à bordo do navio Peregrino da Alvorada, pois devem encontrar os sete fidalgos banidos por Miraz. Eles enfrentarão diversos perigos e aventuras em inúmeras ilhas, e como sempre, contarão com a ajuda de Aslam.
[editar] The Silver Chair (1953)

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: A Cadeira de Prata

A Cadeira de Prata, ou O Trono de Prata (em inglês The Silver Chair), concluído por Lewis durante a primavera de 1951 e publicado em 1953, é o quarto livro da série em ordem de publicação, o sexto em ordem cronológica, e o primeiro em que os irmãos Pevensie não aparecem. Nesta fantástica aventura, apenas Eustáquio Mísero e sua amiga de escola, Jill Pole, vão à Nárnia; estando lá, eles devem encontrar o Príncipe Rilian, o filho desaparecido do rei Caspian X (agora, uma pessoa idosa à beira da morte). Com os conselhos de Aslam, Eustáquio e Jill devem percorrer Nárnia em busca de Rilian, e acabam por descobrir que o príncipe foi sequestrado e hipnotizado pela Feiticeira Verde, que planeja, através do próprio Rilian, tomar Nárnia.
[editar] The Horse and his Boy (1954)

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: O Cavalo e seu Menino

O Cavalo e seu Menino, ou O Cavalo e seu Rapaz (em inglês The Horse and his Boy), concluído durante a primavera de 1950 e publicada durante 1954, é o quinto romance da série a ser publicado; porém, é o terceiro em ordem cronológica, pois se passa durante A Era de Ouro em Nárnia (ou seja, durante o reinado dos irmãos Pevensie). Narra a história do cavalo falante Bri e do garoto Shasta, ambos detidos em cativeiro na Calormânia. Durante a fuga, estes descobrem que a Calormânia pretende invadir Nárnia através da Arquelândia. Agora eles devem impedir que este ataque ocorra; para isto, passarão por incríveis aventuras, junto de Aravis e Huin.
[editar] The Magician's Nephew (1955)

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: O Sobrinho do Mago

O Sobrinho do Mago, ou O Sobrinho do Mágico (em inglês The Magician's Nephew), concluído durante 1954 e publicado em 1955, é o sexto livro da série a ser publicado, e o primeiro em ordem cronológica. Este romance narra os acontecimentos durante os primórdios de Nárnia, preenchendo as lacunas deixadas no livro O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa. Através duns anéis mágicos fabricados por André Ketterley (também conhecido como Tio André), Digory Kirke e Polly Plummer viajam até Charn, um mundo muito antigo sem vida, onde acabam por libertar acidentalmente à feiticeira branca: Jadis. Depois de muitos acontecimentos, eles chegam a um mundo que acabava de ser criado por Aslam: a Nárnia. O livro também relata a origem do guarda-roupa e de como ele foi parar no nosso mundo.
[editar] The Last Battle (1956)

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: A Última Batalha

A Última Batalha (em inglês The Last Battle), concluída durante a primavera de 1953 e publicada durante 1956, é o último romance a ser publicado, e também o último em ordem cronológica. Depois que a Calormânia, juntamente como seu líder Tash, invadem Nárnia, ocorre uma grande e violenta guerra. Aslam, então, decreta o fim de Nárnia, fazendo as estrelas descerem do céu, o sol se apagar, e inundando todo o resto. Todos os humanos e criaturas boas e fiéis à Aslam, vão para o paraíso conhecido como País de Aslam; lá, todos os "amigos de Nárnia" (os Pevensie, Caspian X, Eustáquio, Jill, Digory, Polly) se encontram, exceto Susana Pevensie, que havia "esquecido-se" de Nárnia por causa das coisas materialistas.

o senhor dos anéis

A Sociedade do Anel (A Irmandade do Anel)
Placa da Hospedaria Pônei Saltitante, em Bri.

Frodo Bolseiro é um hobbit do Condado, que recebe de seu tio Bilbo um anel de rara beleza. Esse anel tem uma longa história: foi roubado de uma criatura chamada Gollum (como relatado no livro O Hobbit), e desde então ele tem sido guardado por Bilbo.

o Mago Gandalf, um velho amigo de Bilbo, percebe o poder que aquele anel possui, não sendo um anel comum, mas sim o Um Anel, artefato mágico forjado por Sauron, o Senhor do Escuro, e que fora perdido numa batalha muito tempo antes. Se recuperado, o Um Anel permitiria a Sauron o domínio definitivo sobre toda a Terra-média. O Um Anel, ou Anel do Poder, dera longevidade fora do comum a seu antigo dono, Bilbo, e possuia consciência, uma vontade própria que o conduzia sempre na direção do seu criador e senhor. Gandalf aconselha Frodo a deixar o Condado, planejado para ocorrer até o festa de aniversário daquele ano. Gandalf parte, para resolver alguns assuntos, mas combinando que voltaria para acompanhar Frodo, porém, não manda notícias durante vários meses. Chegando a data prevista, Frodo decide deixar o Condado, após vender Bolsão, levando consigo seus amigos Sam, Merry e Pippin.

Os hobbits resolvem pegar um atalho que passa através da Floresta Velha, lar de árvores que se comunicam entre si. Dentro da Floresta, os hobbits são salvos de uma árvore violenta por um estranho ser que adora cantar: o enigmático Tom Bombadil, um dos maiores mistérios de Tolkien.

Passando por outros perigos, os hobbits chegam a Bree, uma vila habitada por Homens e hobbits, perto da fronteira do Condado, e lá aceitam a ajuda de um Guardião chamado Passos de Gigante, amigo de Gandalf, que os guia até Rivendell, um reino ainda habitado por elfos, seres imortais, detentores de grande poder, beleza e sabedoria. Mas o caminho ainda é perigoso: o grupo é emboscado no Topo do Vento e Frodo acaba apunhalado por um Nazgûl, Espectro do Anel. Passos de Gigante consegue repelir a ofensiva do Inimigo e foge com Frodo, que está gravemente ferido, e os outros hobbits. Quando estão a ser novamente alcançados pelos Espectros do Anel, o elfo Glorfindel encontra-os e condu-los em segurança até Valfenda. Os Nazgûl tentam detê-los mas são varridos pela inundação súbita do rio Baraduin.

Já curado, Frodo descobre as maravilhas de Valfenda e lá é realizado um conselho liderado por Elrond, o meio-elfo mestre de Rivendell e pai de Arwen, a amada de Passos de Gigante, cujo verdadeiro nome é Aragorn, que se revela descendente de Isildur e herdeiro do Trono de Gondor.

No Conselho de Elrond são expostos os problemas relacionados ao Um Anel. Boromir, filho do regente de Gondor, sugere usar o Anel do Poder contra Sauron. Elrond e Gandalf rejeitam a ideia imediatamente e explicam os vários motivos pelos quais não podem usá-lo contra o "Senhor dos Anéis": Sauron é o único e verdadeiro mestre do Anel, pois o forjou, sendo portanto totalmente maligno, além disso, seu poder é grande demais para ser controlado por mortais comuns e mesmo os poderosos entre os povos livres da Terra-Média, como os imortais elfos (Elrond) e os magos (Gandalf), temem inclusive tocá-lo. O poder quase absoluto do anel corrompe o carácter e deforma a personalidade daquele que se atreve a empunhá-lo, ainda que movido por boas intenções. Quem quer que tente derrotar Sauron utilizando o anel, acabará tornando-se o próximo Senhor do Escuro.

Dada a impossibilidade de utilizar o Um Anel como arma de guerra, é imposta a tarefa de levá-lo até a Montanha da Perdição, um vulcão localizado no centro de Mordor, a Terra Negra do Inimigo, onde o anel fora forjado e também o único lugar onde poderia ser destruído.

Para essa missão, de sucesso improvável, é formada a Sociedade do Anel, composta por nove companheiros:quatro hobbits (Frodo,Sam,Merry e Pippin), dois humanos (Aragorn e Boromir), um elfo (Legolas), um anão (Gimli) e um mago (Gandalf). Frodo seria o Portador do Anel, aquele que deveria lançar o Anel nos fogos de Orodruin.

A Sociedade do Anel parte em direção a Sul. Cientes que essa rota está sendo vigiada pelo Inimigo, o grupo faz um desvio para Leste através das Montanhas Nebulosas, mas são obrigados a voltar por causa da neve e do frio. Um caminho alternativo leva-os até a temida Moria, reino subterrâneo dos anões, onde Gandalf é morto lutando com um Balrog, um demónio do mundo antigo. Os outros companheiros escapam e chegam em segurança a Lothlórien, reino da rainha élfica Galadriel, temida por seu poder mas dotada de rara beleza e sabedoria. Nesse reino encantado, onde o tempo parece não passar, os viajantes recebem auxílio e conselhos. Após algumas semanas de descanso, a Sociedade do Anel, agora liderada por Aragorn, parte de Lothlorien em direção a Sul, navegando pelo grande rio Anduin em canoas construídas pelos elfos da Floresta Dourada. Quando param para descansar próximo às cataratas de Rauros, Boromir tem uma discussão com Frodo, e tenta roubar-lhe o Anel do Poder. Frodo foge e decide ir sozinho para Mordor, mas acaba levando Sam. Quando os outros membros da Sociedade do Anel vão em busca de Frodo, são atacados por Uruk-hai (sub-espécie de Orc, mais alta e forte) enviados por Saruman, um mago renegado que se aliou a Sauron, mas que também ambiciona o Anel do Poder.

Na luta que se segue, a Sociedade é rompida:Merry e Pippin são capturados pelos uruk-hai, Boromir morre ao defendê-los, Aragorn, Legolas e Gimli decidem resgatar os hobbits aprisionados, Frodo e Sam partem sozinhos para a Montanha da Perdição.
[editar] As Duas Torres

Aragorn, Legolas e Gimli seguem os rastros dos hobbits capturados (Merry e Pippin) e o caminho condu-los até a Floresta de Fangorn. Nela encontram o Mago Branco que inicialmente pensam ser Saruman, o traidor. No entanto, o velho enigmático revela-se Gandalf, que morreu enfrentando o Balrog e retornou da morte para cumprir sua missão na Terra-Média. Os quatro seguem então para Rohan, Terra dos Cavalos. Sua capital Edoras fica no alto de uma colina, onde os rohirrim ergueram Meduseld, O Palácio Dourado. Nele vive o rei Théoden , cuja mente fora envenenada por Saruman através de um agente infiltrado, o conselheiro Gríma Língua-de-cobra. Gandalf expulsa Grima, cura o rei de seus males, e o aconselha a enfrentar a ameaça de Saruman e partir rumo a Isengard, fortaleza de Saruman, com todos os guerreiros disponíveis.

Enquanto isso, os hobbits Merry e Pippin conseguem escapar dos uruk-hais, e fogem para o interior da Floresta de Fangorn. Lá encontram Barbárvore, um Ent, um gigante em forma de árvore, e cujas origens remontam a tempos muitíssimo mais antigos que a Terceira Era, na qual se passa essa história.

Barbárvore leva Merry e Pippin a sua casa, onde descansam enquanto os Ents são convocados para uma reunião (o "Entebate") no qual se discute, na lentíssima língua dos ents, o que fazer com o Inimigo Saruman. Os Ents decidem ir à guerra e partem rumo a Isengard. Os Ents invadem a fortaleza de Saruman, massacram os odiados orcs, que haviam derrubado muitas árvores de Fangorn, e apagam as fornalhas de Isengard desviando o curso do Rio Isen. Todo o círculo de Orthanc é inundado, ficando Saruman isolado pelas águas em sua Torre de pedra.
Um Anel.

De volta a Rohan, o rei Theoden envia velhos, mulheres e crianças para a segurança do Templo da Colina, um refúgio nas montanhas, enquanto os cavaleiros de Rohan partem em direção a Isengard. Entretanto, são obrigados a fazer um desvio que os leva até o Abismo de Helm, um estreito desfiladeiro onde os rohirrim construíram uma fortaleza de pedra (o Forte da Trompa"). Nela, as tropas de Rohan buscam refúgio mas acabam sitiadas pelos Uruk-hai de Saruman. Após horas de batalha sangrenta, os orcs são derrotados com a ajuda de outras tropas de Rohirrim, trazidas por Gandalf. Os Orcs remanescentes fogem mas são massacrados pelos Huorns, Ents mais arvorescos, que buscam vingança pela destruição da Floresta de Fangorn.

Finda a Batalha do Abismo de Helm, o rei Theoden, Gandalf, Aragorn, Legolas e Gimli, cavalgam até Isengard. Ao chegarem lá, encontram Merry e Pippin sãos e salvos, e surpreendem-se com os hobbits se fartando com as provisões de comida, vinho e fumo da fortaleza do Inimigo. Numa última e desesperada tentativa, Saruman procura seduzir o grupo com sua voz persuasiva, quase hipnótica, mas Gandalf anula o feitiço e ainda o expulsa da ordem dos Istari, quebrando seu bastão. Nesse momento, Gríma língua-de-cobra atira da Torre de Orthanc um Palantír, pedra vidente que é capaz de comunicar-se com outras semelhantes. Gandalf recolhe-a para posterior averiguação.

À noite no acampamento, Pippin, em sua incontrolável curiosidade, agarra o Palantír e olha para o seu interior, e numa visão, vê o próprio Sauron, mas por sorte não revela nada dos planos dos povos livres, e ainda vê uma parte dos planos do Senhor dos Anéis: seu primeiro ataque será contra a capital do Reino de Gondor, a cidade de Minas Tirith.

Gandalf parte então com Pippin para Minas Tirith a fim de alertar Gondor da guerra iminente, encerrando assim a primeira parte de As Duas Torres.

A segunda parte do livro, que fala sobre Frodo e Sam, inicia-se com a captura de Gollum. Em troca de sua liberdade, ele promete levar os dois até Mordor, onde fica a Montanha da Perdição. Assim é feito.

Mas Gollum não é totalmente fiel, nem totalmente sincero. Apenas Sam é capaz de perceber suas verdadeiras intenções. Gollum é uma criatura velha e "pegajosa" que já foi um hobbit, mas que foi possuído pelo poder do Um Anel, e jamais conseguiu libertar-se dessa atração: um lado de sua personalidade dividida quer levar os hobbits até Mordor em segurança, mas a outra pretende matá-los e apossar-se do Anel que lhe foi roubado.

Atravessando vários lugares, os hobbits são guiados até o Portão Negro de Mordor, mas este está fechado, e os hobbits, conduzidos por Gollum, seguem outro caminho.

Ao pararem para descansar e comer, Frodo e Sam testemunham uma batalha entre Homens de Gondor e os Haradrim, aliados de Sauron. Gollum desaparece e os hobbits são capturados por uma patrulha chefiada por Faramir, irmão de Boromir. Frodo e Sam são levados até um esconderijo situado atrás de uma cachoeira onde Sam inadvertidamente revela o objetivo da missão (a destruição do anel do poder).

Frodo repreende Sam e teme que Faramir seja como seu falecido irmão e queira tomar o anel para si. Entretanto, para sua surpresa, Faramir revela grande força de caráter e nobreza de coração, e os liberta para que possam cumprir sua tarefa.

Os hobbits reiniciam sua jornada para Mordor, com Gollum como seu guia, e decidem atravessar as montanhas através de Cirith Ungol, local de má fama, considerado maldito e perigoso. Este caminho os leva até uma escada talhada em um paredão de rocha, que termina num túnel. O plano de Gollum, que se rendeu ao mal, é guiá-los através desse túnel e lá dentro entregá-los a Laracna, uma aranha gigantesca, descendente da terrível Ungoliant. O esquema de Gollum funciona em parte: Frodo é picado por Laracna, mas Sam luta desesperadamente contra o terrível aracnídeo e acaba derrotando-o com um golpe de espada num ponto fraco de sua couraça.

Convicto da morte de Frodo, Sam decide assumir o fardo do anel e completar a missão de seu mestre. Nesse ínterim, uma patrulha de orcs se aproxima, e Sam volta para evitar que o cadáver de Frodo vire carniça de orcs. Sam ouve a conversa dos servos de Sauron e tem um choque ao saber que Frodo na verdade não estava morto, apenas inconsciente.As Duas Torres termina com os orcs levando o adormecido Frodo para a Torre de Cirith Ungol e com o Hobbit Samwise Gamgee em desespero, que tem de escolher entre continuar a missão do Anel ou tentar salvar Frodo das garras dos orcs.
[editar] O Retorno do Rei (O Regresso do Rei)

Gandalf e Pippin entram na cidade de Minas Tirith, onde se encontram com Denethor, regente do reino de Gondor. Gandalf o avisa da guerra próxima, e o regente pede a ajuda de Rohan, mas revela seu rancor por Aragorn, que, sendo descendente direto do último rei, é o herdeiro legítimo do trono de Gondor. Merry, entretanto, permanece com os rohirrim, para servir ao rei Théoden, que reune todos os guerreiros aptos de seu reino e parte para a guerra em Minas Tirith. Junto com ele vão Aragorn, Legolas e Gimli.

Enquanto isso, Sam penetra na torre de Cirith Ungol, e resgata Frodo, que era mantido prisioneiro. Com muita sorte, ambos escapam dos muitos orcs, e adentram Mordor, uma imensa terra devastada, coberta de pó, cinza e fogo, cujo próprio ar é carregado de fumaça venenosa.

Após receberem uma mensagem de Elrond, Aragorn, Legolas e Gimli deixam o exército de Rohan e viajam então para as Sendas dos Mortos. Lá Aragorn convoca um exército de almas penadas/ mortos-vivos (o livro não deixa muito claro) a cumprirem um antigo juramento de lealdade para com Isildur, o primeiro rei de Gondor e seu ancestral direto. Os mortos haviam jurado lutar ao lado de Gondor mas fugiram para as montanhas quando foram chamados à guerra. Isildur então os amaldiçoou a não terem paz, nem na vida nem na morte, até que sua promessa fosse cumprida.

Quando a guerra se abate sobre Gondor, o exército dos mortos, liderado por Aragorn, liberta um porto no grande rio Anduin, dominado pelos Haradrim (habitantes do sul da Terra-Média), o que permite o embarque de tropas aliadas que vão em auxílio de Minas Tirith, sitiada pelas Tropas de Sauron. Terminada a batalha dos Campos do Pelennor,que ainda não fora a batalha definitiva, os exércitos de Gondor e Rohan, marcham rumo ao Portão Negro de Mordor. O objetivo da arriscada manobra é atrair os exércitos remanescentes do Inimigo e esvaziar a Terra Negra, possibilitando a passagem de Frodo e Sam até a Montanha da Perdição, onde o Anel do Poder poderia ser destruído.

Tudo ocorre como previsto: os exércitos de Mordor caem na armadilha. Frodo e Sam conseguem passar, todavia antes de entrarem na Montanha da Perdição, encontram Gollum em seu caminho. Os hobbits se separam, Frodo adentra as Fendas da Perdição, uma câmara no vulcão que dá acesso à lava chamejante. Quando já está à beira do precipício, surpreendentemente, Frodo é dominado pelo Anel do Poder e o reivindica para si: "o anel é meu, não vou destruí-lo!". Nisso, Gollum intervém, ele e Frodo lutam ferozmente, até que Gollum arranca o anel das mãos de Frodo. Gollum escorrega e cai acidentalmente (ou não) na lava ardente, levando consigo o Um Anel, que é destruído, assim como Sauron, cujo espírito estava vinculado ao anel, e seus servos orcs, que dependiam de sua força e comando.

Aragorn então assume o trono de Gondor com o nome élfico Elessar, sendo coroado Rei por Gandalf, e se casa com a meia-elfa Arwen. Tem início assim a Quarta Era, a era do Domínio dos Homens. Os elfos remanescentes da Terra-Média decidem partir para Aman, morada dos deuses Valar.

Os quatro Hobbits então retornam para o Condado, tendo que enfrentar um último inimigo: Saruman que se apossou do Condado. Mas o mago acaba morto pelas mãos de Grima Língua-de-cobra, e a paz volta à terra dos hobbits.

O livro termina com a partida para as Terras Imortais (Aman) de Gandalf, Galadriel, Elrond assim como dos hobbits Frodo e seu tio Bilbo, que, embora mortais, conquistam o direito de viver o resto de seus dias junto aos Elfos e aos Valar, como reconhecimento de sua lealdade e sacrifício durante a Guerra contra Sauron e por terem sido portadores do Um Anel.

A RAPOSA E O ESQUILO

A RAPOSA E O ESQUILO

Dos miseráveis não se deve escarnecer:
quem pode assegurar que só feliz vai ser?
Nas fábulas do sábio Esopo, mais
de um exemplo nos vem de casos tais.
Certa história, em vez deles, me parece
que lição mais autêntica oferece.
A raposa do esquilo escarnecia,
vendo-o assaltado por feroz tormenta.
- "Eis-te no esquife quase a repousar" - dizia. -
"Em vão tentas cobrir com a cauda o rosto.
Quanto mais sobes, mais a borrasca violenta
a seus golpes fatais te encontra exposto.
Ter por vizinho o raio e estar sempre na altura
quiseste, e foi teu mal. Eu, numa toca obscura,
posso rir-me e esperar que sejas feito pó."
Nossa raposa, enquanto assim se vangloriava,
muitos pobres franguinhos devorava
de uma dentada só.
Por fim, do irado céu tem o esquilo perdão:
o relâmpago cessa, emudece o trovão,
dissipa-se a tormenta e retorna a bonança.
E um caçador, havendo descoberto
os rastros da raposa, diz: "Por certo,
meus frangos vais pagar!"
Numerosos sabujos logo lança,
que a vão do seu covil desalojar.
Vê-a o esquilo fugir, veloz, à frente
da matilha que a acossa ferozmente.
Sentir prazer gratuito poderia,
ao se abrirem para ela as portas da agonia;
mas, vendo-o, não se ri: na mente
traz restos do susto recente

O Leão e o Rato

O Leão e o Rato

Certo dia, estava um Leão a dormir a sesta quando um ratinho começou a correr por cima dele. O Leão acordou, pôs-lhe a pata em cima, abriu a bocarra e preparou-se para o engolir.

- Perdoa-me! - gritou o ratinho - Perdoa-me desta vez e eu nunca o esquecerei. Quem sabe se um dia não precisarás de mim?

O Leão ficou tão divertido com esta ideia que levantou a pata e o deixou partir.

Dias depois o Leão caiu numa armadilha. Como os caçadores o queriam oferecer vivo ao Rei, amarraram-no a uma árvore e partiram à procura de um meio para o transportarem.

Nisto, apareceu o ratinho. Vendo a triste situação em que o Leão se encontrava, roeu as cordas que o prendiam.

E foi assim que um ratinho pequenino salvou o Rei dos Animais.

Moral da história:
Não devemos subestimar os outros.

O LADRÃO E O CÃO DE CASA

O LADRÃO E O CÃO DE CASA


Querendo um Ladrão entrar em uma casa de noite para roubar, achou à porta um Cão, que com ladridos o impedia. O cauteloso Ladrão, para o apaziguar, lhe lançou um pedaço de pão. Mas o cão disse: – Bem entendo que me dás este pão por que me cale, e te deixe roubar a casa, não por amor que me tenhas: porém já que o dono da casa me sustenta toda a vida, não deixarei de ladrar, se não te fores, até que ele acorde, e te venha estorvar. Não quero que este bocado me custe morrer de fome toda a minha vida.

Liga das Nações

Liga das Nações

Gato-do-mato, jaguatirica e irara receberam um convite da onça para constituírem a Liga das Nações.
- Aliemo-nos e cacemos juntos, repartindo a presa irmãmente, de acordo com os nossos direitos.
- Muito bem! - exclamaram os convidados. - Isso resolve todos os problemas da nossa vida.
E sem demora puseram-se a fazer a experiência do novo sistema. Corre que corre, cerca daqui, cerca dali, caiu-lhes nas unhas um pobre veado. Diz a onça:
- Já que somos quatro, toca a reparti-lo em quatro pedaços.
- Ótimo!
Repartiu a presa em quatro partes e, tomando uma, disse:
- Cabe a mim este pedaço, como rainha que sou das florestas.
Os outros concordaram e a onça retirou a sua parte.
- Este segundo também me cabe porque me chamo onça.
Os sócios entreolharam-se.
- E este terceiro ainda me pertence de direito, visto como sou mais forte do que todos vós.
A irara interveio:
- Muito bem. Ficas com três pedaços, concordamos (que remédio!); mas o quarto tem que ser dividido entre nós.
- Às ordens! - exclamou a onça. - Aqui está o quarto pedaço às ordens de quem tiver a coragem de agarrá-lo.
E arreganhando os dentes assentou as patas em cima.
Os três companheiros só tinham uma coisa a fazer: meter a caudas entre as pernas. Assim fizeram e sumiram-se, jurando nunca mais entrar em Liga das Nações com onça dentro.

Monteiro Lobato

A Raposa e as Uvas

A Raposa e as Uvas

Certa raposa esfaimada encontrou uma parreira carregadinha de lindos cachos maduros, coisas de fazer vir água na boca. Mas tão altos, que nem pulando.
O matreiro bicho torceu o focinho:
- Estão verdes - murmurou. - Uvas verdes, só para cachorros.
E foi-se.
Nisto, deu o vento e uma folha caiu.
A raposa, ouvindo o barulhinho, voltou depressa, e pôs-se a farejar.

Quem desdenha quer comprar.

riqueza

Certa manhã, um fazendeiro descobriu que sua galinha tinha posto um ovo de ouro. Apanhou o ovo, correu para casa, mostrou-o à mulher, dizendo:

_ Veja! Estamos ricos!

Levou o ovo ao mercado e vendeu-o por um bom preço.

Na manhã seguinte, a galinha pôs outro ovo de ouro, que o fazendeiro vendeu a melhor preço. E assim aconteceu durante muitos dias. Mas, quanto mais rico ficava o fazendeiro, mais dinheiro queria. E pensou:

"Se esta galinha põe ovos de ouro, dentro dela deve haver um tesouro!"

Matou a galinha e, por dentro, ela era igual a qualquer outra.

Moral: Quem tudo quer tudo perde.

A Raposa e a Cegonha

A Raposa e a Cegonha
Fábula de La Fontaine

A Raposa convidou a Cegonha para jantar e lhe serviu sopa em um prato raso.

-Você não está gostando de minha sopa? - Perguntou, enquanto a cegonha bicava o líquido sem sucesso.

- Como posso gostar? - A Cegonha respondeu. vendo a Raposa lamber a sopa que lhe pareceu deliciosa.

Dias depois foi a vez da cegonha convidar a Raposa para comer na beira da Lagoa, serviu então a sopa num jarro largo embaixo e estreito em cima.

- Hummmm, deliciosa! - Exclamou a Cegonha, enfiando o comprido bico pelo gargalo - Você não acha?

A Raposa não achava nada nem podia achar, pois seu focinho não passava pelo gargalo estreito do jarro. Tentou mais uma ou duas vezes e se despediu de mau humor, achando que por algum motivo aquilo não era nada engraçado.

MORAL: às vezes recebemos na mesma moeda por tudo aquilo que fazemos.

A reunião geral dos ratos

A reunião geral dos ratos


Uma vez os ratos, que viviam com medo de um gato, resolveram fazer uma reunião para encontrar um jeito de acabar com aquele transtorno. Muitos planos foram discutidos e abandonados. No fim, um rato jovem levantou-se e deu a idéia de pendurar uma sineta no pescoço do gato; assim, sempre que o gato chegasse perto eles ouviriam a sineta e poderiam fugir correndo. Todo mundo bateu palmas: o problema estava resolvido. Vendo aquilo, um rato velho que tinha ficado o tempo todo calado levantou-se de seu canto. O rato falou que o plano era muito inteligente, que com toda certeza as preocupações deles tinham chegado ao fim. Só faltava uma coisa: quem iria pendurar a sineta no pescoço do gato?
Moral: Inventar é uma coisa, fazer é outra.

silvana pinto